quinta-feira, 26 de abril de 2007

Sobre o AMOR!

Amor, o que é o amor HOJE? Uma palavra. Duas vogais, duas consoantes, unidas. Amor lembra união. Será? União seriam alguns segundos, minutos, anos, décadas? Que tipo de união representa, agora, o amor? Muitas perguntas, mas não fujamos da questão inicial. O que é o amor, hoje? Ele já foi motivo para brigas, para declarações, provas, guerras... Acima de tudo o amor é um sentimento. Existe resposta mais lógica? Há quem diga que ele é uma sensação, afirmação mais propicia aos nascidos em décadas próximas. Mais fácil seria dizer que o amor é algo inexplicável. Porém estou em momentos de explicar até o inexplicável. No ápice da minha visão de século vinte e um, o substantivo “amor” está diretamente ligado ao verbo “vulgar”. Sendo eu, neste exato momento, o Jesus Cristo e minhas palavras, a Maria Madalena : que atire a primeira pedra quem nunca fez essa ligação. É tempo de liberação sexual! Emancipação feminina! Globalização! São acontecimentos essenciais, certo? Têm sua parcela positiva. Mas, é mesmo necessário que o amor, o verdadeiro significado e atitudes relacionadas a ele, suma assim? Chegando ao ponto que só você realmente garimpando a fundo num seleto grupo de pessoas é capaz de encontrar uma AINDA crente no amor? Estou quase me propondo ser a precursora de uma religião. Não fale em nome do Amor em vão.(isso não era momento para rimas). Jamais pregarei contra os libertinos. Mas que deixem os credores livres. É com pesar que sou obrigada a admitir que no fundo, no fundo, todos nós queremos a nossa lasquinha da maçã. Aqui vai um incentivo: fo(^)da, mas faça isso com amor. Sem trocar essa “palavra” por tesão, viagem, desejo... Beije da mesma maneira. Amor tem união, e união deveria ter amor. Quando me perguntam se eu creio em Deus, eu respondo que não. Mas sem querer ser pretensiosa, acho que acredito em algo muito maior : I believe in a thing called love!

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